Vinhos

Em dia de eleição, todo mundo precisa gostar do mesmo vinho?

Seu voto. Seu gosto. Card da Better Wine em verde e amarelo com taça de vinho e urna eletrônica brasileira.

“Vinho bom é tinto.”
“Doce? Nem pensar.”
“Se não for de tal país, eu passo.”

Bastam três frases para dividir uma mesa antes mesmo de alguém mencionar a eleição.

E fica uma provocação: você defenderia seu vinho favorito com a mesma certeza se não pudesse ver o rótulo?

Tem quem escolha pela uva. Quem confie no país. Quem procure uma história, uma lembrança ou um preço que caiba no bolso. Mas, quando a garrafa chega à mesa, vale deixar espaço para a experiência surpreender.

Degustação às cegas: escolha pelo seu paladar

Se houver vinho no encontro, faça uma degustação às cegas: sirva pequenas porções de dois estilos diferentes, sem revelar os nomes nem os preços. Antes de alguém anunciar o seu preferido, cada pessoa anota o que percebeu.

Qual pareceu mais leve? Qual deixou uma sensação mais marcante? Qual você gostaria de acompanhar com a comida?

Prove novamente com o prato e veja se a preferência continua igual. Só depois revele as garrafas.

O mais interessante pode ser descobrir que o rótulo mais caro não foi o seu favorito. Ou que aquela uva que você dizia não gostar ganhou outra chance.

E SE A MESA DISCORDAR?

Pergunte “o que você gostou nele?” antes de tentar convencer alguém de que a sua escolha é melhor.

Uma pessoa pode preferir delicadeza; outra, intensidade. E quem escolher água ou uma bebida sem álcool participa do encontro do mesmo jeito.

O voto envolve responsabilidades que vão muito além de uma preferência de paladar. Essa comparação tem limite. Mas há espaço, na conversa à mesa, para ouvir uma opinião diferente sem precisar transformar tudo em disputa.

O voto é individual. A mesa pode ser de todos. E ninguém precisa gostar do mesmo vinho.

Better Wine. Segure a melhor taça.

Conteúdo para maiores de 18 anos. Se beber, não dirija.